No último Sporting - FC Porto, assisitmos a um razoável jogo de futebol.
Na primeira parte, o Sporting (quiçá pelo efeito casa) apareceu dominador com vontade de resolver rapidamente o jogo e colocar-se em posição de seguir em frente. Jesualdo Ferreira quis mais uma vez experimentar (o plantel do FCP dá para essas experiências) dois alas diferentes e acabou por não fazer aquilo que fez da última vez em Alvalade. Foi claramente, na primeira parte, o elo mais fraco.
O Sporting, mercê de uma pressão alta e trocas de bola / posições do seu losango, conseguiu criar perigo mais do que uma vez, mas só chegou ao golo à custa de um ressalto à entrada da área e de um Pedro Emanuel desfasado do tempo, do local e da posição. Aí, claramente, o elo mais fraco.
Na segunda parte, Jesualdo corrigiu e com a entrada de Tomas Costa, fortaleceu o meio-campo e equilibrou a luta no espaço fundamental para qualquer jogo de futebol. O FCP equilibrou e começou a criar perigo. Tanto perigo que houve dois penaltys que o árbitro não marcou. O que fez Paulo bento? Não compensou os pontos fracos da equipa e deixou-a estourar. Foi claramente o elo mais fraco.
A partir da expulsão, o jogo tornou-se naquilo que é o campeonato português e perdeu-se em empurrões, faltas, interrupções, pedidos dos adeptos, dos treinadores e apanha-bolas, sempre com um denominador comum em causa: o árbitro! Porquê? Porque não assinalou um penalty a favor dos da casa. A juntar aos outros dois, faz 3 penaltys não-assinalados no total. Claramente, o elo mais fraco.
Como se viu, existiu um elo mais fraco em todos os momentos do jogo. Porque é que no fim e no rescaldo do mesmo, se culpa sempre o mesmo interveniente? E já agora, porque se castiga? Porque é o que envolve menos dinheiro e é o mais fácil de levar com as culpas. Claramente, é o elo mais fraco…